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[PB] Em estado de greve, trabalhadores(as) em educação da Paraíba dão prazo ao governo para atender as reivindicações da categ...

Publicado: 27 Fevereiro, 2024 - 13h17

Escrito por: CNTE

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Trabalhadoras e trabalhadores de educação da Paraíba deram um prazo até o próximo dia 15 de março para o Governo do Estado atender as reivindicações da categoria. Essa decisão foi tomada na última sexta-feira(23) de fevereiro, em assembleia geral na sede do SINTEP-PB, em João Pessoa, onde os educadores decidiram pelo estado de greve. Até esse prazo, eles continuam em mobilização e farão uma nova assembleia com previsão da deflagração de greve para dia 18. 

Os mesmos estão reivindicando a atualização do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração(PCCR); reajuste salarial acima da inflação; qualidade da educação estadual com melhores condições de trabalho e concurso público para professoras(es) e equipes escolares.

Aproximadamente 500 profissionais participaram da assembleia, aprovando também outros encaminhamentos propostos nas assembleias regionais realizadas de forma unificada nesta quinta-feira(22), como alteração no estatuto para a realização de assembleias de forma presencial, online e híbrida, entre outros. Em dois dias de paralisação, cerca de 90% das escolas em todo estado ficaram sem atividades.

Pois, as professoras e professores deixaram as salas de aula para discutir as problemáticas da educação, que vêm sendo proteladas e com descaso há anos pelo Governo do Estado. De acordo com o coordenador Geral do SINTEP-PB, Antonio Arruda é notório a insatisfação e a revolta de todas e todos trabalhadores que fazem a educação na Paraíba com o desrespeito e a falta de compromisso do Governador João Azevedo em não cumprir com suas promessas de campanha principalmente no que se refere o envio da proposta do nosso PCCR para aprovação na Assembleia Legislativa.

“É preciso que a sociedade e outros setores sociais tomem conhecimento do que está ocorrendo na educação estadual e venha somar conosco neste movimento para que possamos construir a greve da educação da Paraíba na escola e na rua”, destacou.